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AUTOMEDICAÇÃO E OS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

Beatriz Mendes Scolamieri

Resumo

Este artigo apresenta como temática a automedicação e os professores da rede pública municipal de São Paulo, baseado em um projeto de intervenção, como proposta de fomentar a discussão e a reflexão dentro da unidade escolar. Desta forma, revisita pesquisas e estudos sobre a automedicação e seus riscos, os fatores que influenciam e a exposição dos professores em sua vulnerabilidade frente às dificuldades que enfrentam na profissão. Sabemos que a automedicação é cada vez mais frequente entre profissionais da educação, e que o estresse e os adoecimentos, aliados às dificuldades de atendimento médico e à facilidade de aquisição de medicamentos corroboram com esse uso indevido dos medicamentos, trazendo consequências indesejadas para o indivíduo, para a escola e para a sociedade. Sendo a escola um espaço de formação e informação, e havendo na rede pública municipal de São Paulo espaço para formação continuada dos professores, entendemos que os cuidados com a saúde deste profissional devam fazer parte de sua formação. Sendo assim, propomos a discussão e reflexão, levando informações relevantes sobre a temática para os professores e professoras, contribuindo para a conscientização dos profissionais da educação sobre os riscos da automedicação, visando a redução de danos em torno dessa prática.

Palavras-Chave: 

Automedicação; Redução de danos; Profissionais da educação.

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